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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

7 pensamentos para controlar a ansiedade durante o Enem 2012



As provas do Enem 2012 acontece neste fim de semana, dias 3 e 4. Com o exame se aproximando tão rapidamente, a ansiedade e preocupação aumentam cada vez mais, e podem se tornar verdadeiras vilãs para a hora das provas. Brancos na memória, suor frio, falta de ar e perda frequente da concentração são alguns dos prejuízos que podem ocorrer com o desequilíbrio emocional.


Confira a seguir 7 pensamentos que para controlar a ansiedade durante o Enem 2012:

1. Não existe uma única maneira de enfrentar a ansiedade, cada um encontra sua própria estratégia, aquilo que faz mais efeito ou sentido

 "O importante é que cada estudante possa perceber na sua maneira de ser e viver quais são as estratégias que irão ajudá-lo a enfrentar essa situação". Se você não sabe ou tem dificuldades em encontrar aquilo que poderia te ajudar, pense em outras situações parecidas com o Enem e como as enfrentou. "Durante a história de escolarização, o aluno já viveu muitas experiências de prova e avaliação. Então, a ansiedade não é algo novo. Ele deve buscar nessas experiências quais foram as estratégias que funcionaram para ele"

2. Não sabemos tudo o tempo todo

 "O importante é perceber que o exame é um todo, não apenas um dia, mas sim uma somatória da preparação e dos dois momentos de prova. Não é possível saber tudo o tempo todo". "Aquilo que atrapalha também pode ajudar", 

3. Olhe para dentro, para ver como você pode melhorar, e olhe para fora, pois você não está sozinho

 "É um contexto que deve ser enfrentado para outras questões que serão vivenciadas no futuro. Deve ser usado para aprimorar o desempenho nesse tipo de experiência",

4. Não espere o ambiente ideal para fazer a prova, sem barulhos, por exemplo, porque ele não vai existir

 "Não vá com a expectativa de que se não estiver tudo certo, ideal, você não fará a prova direito.Faz parte da vida não ter controle sobre tudo, sobre o ambiente em que se está. Alguém pode fazer barulho com comida, ou pode haver uma construção próxima do local da prova, por exemplo".


5. Priorize aquilo que você domina, pois isso te deixa mais confiante e seguro para fazer aquilo que tem dificuldade

 "priorize aquilo que você domina e deixe o mais difícil para depois, você se sentirá mais autoconfiante."

6. Cada pessoa encontra seus próprios recursos para enfrentar situações desafiantes, como o Enem

Superstições, por exemplo, podem ser úteis para aqueles que acreditam nesse tipo de recurso. "O importante é melhorar sua confiança. Mas se você não estudar, nenhuma metodologia vai fazer a prova por você", 

7. O Enem é uma prova comparativa e não competitiva

"O Enem avalia seu conhecimento acumulado no ensino médio. Você não está competindo pela melhor nota, a prova é uma expressão da formação que recebeu durante a escola. Por conta disso, a responsabilidade não é só do aluno. É também social, pois ele estará expressando a qualidade da escola em que estudou", 

segunda-feira, 12 de março de 2012

Filosofia aula 1

Filosofia aula 1


Não é facil dizer o que a Filosofia é. Ela pode ser muitas coisas, dependendo de onde se parte e aonde se quer chegar. Mas podemos pensar sobre o assunto, descrever alguns conceitos e...

Assita o vídeo faça um resumo , comentando o que voce entendeu e tire suas conclusões.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Certamente você conhece o programa televisivo BBB (Big Brother Brasil). No entanto, sabe as origens deste termo?



             Na obra literária do escrito George Orwell, a história se passa no então futuro ano de 1984. Sob disfarce de democracia, vive-se um totalitarismo desde que o partido chegou ao poder sob a batuta do onipresente Grande Irmão (Big Brother).
              O livro inspirou o filme Big Brother is watching you (O Grande irmão está vigiando você). Um tom de critica por meio da arte, no caso o cinema, contra os sistemas de governo totalitário que cerceiam a liberdade dos indivíduos.
         A imagem acima constitui parte da propaganda do programa televisivo em que o pensamento critico e reflexão, na maioria das vezes, não fazem parte do leque de opções  do espectador e dos participantes. Celebridades surgem do dia para noite, muitas vezes sem ter nada de significativo a dizer e a inspirar.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain




Sinopse

Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo ­ e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.

Pais e Filhos - Legião Urbana



Pais e Filhos

Legião Urbana

Estátuas e cofres e paredes pintadas
Ninguém sabe o que aconteceu.
Ela se jogou da janela do quinto andar
Nada é fácil de entender.
Dorme agora,
é só o vento lá fora.
Quero colo! Vou fugir de casa!
Posso dormir aqui com vocês?
Estou com medo, tive um pesadelo
Só vou voltar depois das três.
Meu filho vai ter nome de santo
Quero o nome mais bonito.
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar
Na verdade não há.
Me diz, por que que o céu é azul?
Explica a grande fúria do mundo
São meus filhos
Que tomam conta de mim.
Eu moro com a minha mãe
Mas meu pai vem me visitar
Eu moro na rua, não tenho ninguém
Eu moro em qualquer lugar.
Já morei em tanta casa
Que nem me lembro mais
Eu moro com os meus pais.
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar
Na verdade não há.
Sou uma gota d'água,
sou um grão de areia
Você me diz que seus pais não te entendem,
Mas você não entende seus pais.
Você culpa seus pais por tudo, isso é absurdo
São crianças como você
O que você vai ser,
Quando você crescer?

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Globalização

Documento 1
Conseqüências
O mundo da globalização nos trouxe hoje um novo perfil de jovem: os inconseqüentes, os fora dos limites. São jovens dos quais se impõem as regras da sociedade e as da própria família, tal fato pode ser explicado pelo avanço tecnológico, onde o jovem se esconde  por trás de um computador, um telefone celular, uma TV, um aparelho de som e desliga-se do meio em que vive transformando-se em alguém desconhecido.
            Os meios de comunicação, os tornaram assim, os levaram a ser assim pois dão a elas a total liberdade de que precisam, os tornam donos do mundo, donos de si, os mostram que limites não existem e se há regras não precisam se seguidas.
            Portanto todos os feitos juvenis são conseqüências de um mundo sem regras, globalizado.
Jociara Gomes (estudante do ensino médio)


Documento 2
Jovem pós - moderno.

“[...] Ao acordá-lo, a TV digital dispara informações sobre o tempo e o trânsito. Ligando o celular ouve-se  FM. O vibramassageador amacia-lhe a nuca, enquanto o forno microondas descongela um sanduíche natural. No seu notbook, sua agenda indica:
/ SHOPPING 18:00/ OPÇÕES: HERRY POTTER, DVD  ROSE, SE LIGAR/ SE NÃO LIGAR, OPÇÕES:– MALHAÇAO NA TV – DORMIR COM SONÍFEROS VITAMINADOS.
Seu programa rolou fácil. Na rua divertiu-se pacas com a manifestação contra o aumento dos  vales estudantis que contava com um bloco só de estudantes. Rose ligou. Você embarcou no filme Herry Potter sentado numa poltrona estilo Menphis: Em Cena, a Decadência. A câmera adaptada ao vídeo filmou vocês enquanto faziam carícias explicitas. Ao trazê-lo de carro para casa, Rose, que esticaria até uma festa, veio tipo impacto: maquiagem teatral, brincos enormes e uma gravata prateada sobre camisão lilás. Na cama, um sentimento de vazio e irrealidade se instala em você. Sua vida se fragmenta desordenadamente em imagens, dígitos, signos – tudo leve e sem substância como um fantasma. Nenhuma revolta. Entre a apatia e a satisfação, você dorme.”
 Peterson Silva de Morais(sociólogo)

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O individualismo contemporâneo

No individualismo contemporâneo, a impessoalidade converteu-se em indiferença e os elos afetivos da intimidade foram cercados de medo, reserva, reticência e desejo de autoproteção. Pouco a pouco, desaprendemos a gostar de "gente". Entre quatro paredes ou no anonimato das ruas, o semelhante não é mais o próximo-solidário; é o inimigo que traz intranquilidade, dor ou sofrimento. Conhecer alguém; aproximar-se de alguém; relacionar-se intimamente com alguém passou a ser uma tarefa cansativa. Tudo é motivo de conflito, desconfiança, incerteza e perplexidade. Ninguém satisfaz a ninguém.
Na praça ou na casa vivemos - quando vivemos! - uma felicidade de meio expediente, em que reina a impressão de que perdemos a vida "em colherinhas de café".
As elites ocidentais são elites sem causa e, no Brasil, estamos repetindo o que, secularmente, aprendemos a imitar. Como nossos modelos europeus e americanos, reagimos ao sentimento de miséria em meio à opulência com apatia, imobilidade e conformismo. Construir um mundo justo? Para quê? Para quem? Por acaso um mundo mais justo seria aquele em que todos pudessem ter acesso ao que as elites têm?
Mas o que têm as elites a oferecer? Consumo, tédio, insatisfação e ostentação. Bem ou mal, em nossa tradição moral e intelectual, respondíamos às crises de identidade reinventando utópicas formas de vida em mundos melhores. Hoje, aposentamos os "Rousseau". Em vez de utopias, manuais de auto-ajuda, psicofármacos, cocaína e terapêuticas diversas para os que têm dinheiro; banditismo, vagabundagem, mendicância ou religiosismo fanático para os que apenas sobrevivem.
Se existe uma característica peculiar à violência no Brasil, é a desistência das elites em combatê-la, por falta de coragem e de motivação. No passado recente, lidamos com a truculência da ditadura militar e, desde que este país foi descoberto, conhecemos um estado crônico de violência social, sem que isto nos tenha feito capitular.
O que mudou é que, agora, não temos mais por que lutar. Sem nos darmos contas, entramos na era do "tanto faz".
Voltamos as costas ao mundo e construímos barricadas em torno do idealizado valor de nossa intimidade. Sozinhos em nossa descrença, suplicamos proteção a economistas, policiais, especuladores e investidores estrangeiros, como se algum deles pudesse restituir a esperança "no próximo" que a lógica da mercadoria devorou.
Não se trata de demonizar uma classe social ou fabricar bodes expiatórios, ressuscitando o que de pior existiu em tantas ideologias totalitárias. Trata-se de saber se acreditamos ou não, com Hannah Arendt, que "os homens, embora devam morrer, não nascem para morrer, mas para recomeçar". Mas quanto aos outros? Quanto àqueles que no governo, na universidade, na imprensa, nas casas, nas escolas, nas artes ou na política ainda esperam sem desespero? Seria muito propor uma virada de outra ordem? Seria muito propor que, em vez de ruminar o fracasso, pensássemos juntos em refazer a amizade, a lealdade, a fidelidade e a honra na vida pública e privada, o gosto pela ética no pensamento político ou visões de mundo capazes de contornar a cansaço moral decorrente de nossos hábitos sentimentais e sexuais etc.?
Obviamente, não penso que tais discussões ou eventuais programas de ação possam resolver problemas de educação, desemprego, saúde ou terra para quem quer trabalhar. Mas temos que partir de algum lugar, com a habilidade desenvolvida no domínio prático ou teórico em que nos exercitamos. O fundamental, penso, é abandonar a posição sadomasoquista de contemplação da degradação alheia ou da própria degradação. 
Peterson Silva de Morais (sociólogo)