1- Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época; 2- Que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados como prata , ouro e pedras preciosas ; 3- Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:
1- Quero que os mais eminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder diante da morte, são tão fracos e incapazes quanto qualquer outro mortal e por isso não são diferentes;
2- Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3- Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
Em pouco mais de uma geração,
dois terços da população mundial serão urbanos. À medida que aumenta a
proporção da humanidade vivendo em meios urbanos, aumenta também a necessidade
de reforçar a dimensão urbana de nossos esforços para reduzir a pobreza mundial
e promover o desenvolvimento sustentável.
De acordo com o Programa de
Assentamentos Humanos das Nações Unidas (ONU-HABITAT),
os principais desafios que as cidades em todo o mundo de hoje enfrentam são o
desemprego, especialmente entre os jovens; as desigualdades sociais e
econômicas; e os padrões de consumo insustentáveis de energia. As áreas urbanas
também são responsáveis pela maioria dos resíduos do mundo e pela poluição –
muitas são particularmente vulneráveis a desastres, incluindo os crescentes
riscos associados às mudanças climáticas.
Apesar de um dos Objetivos de
Desenvolvimento do Milênio (ODM) – que pretende melhorar significativamente a vida de pelo
menos 100 milhões de moradores de favelas – ter sido alcançado dez anos antes
do prazo de 2020, os números absolutos continuam crescendo e cerca de 25% das
pessoas que vivem em cidades – mais de 850 milhões – moram em favelas ou
assentamentos informais.
“Devemos criar um novo tipo de
cidade – a cidade do século 21 –, uma cidade inteligente, centrada nas pessoas,
que seja capaz de integrar os aspectos tangíveis e intangíveis da prosperidade,
uma cidade capaz de livrar-se dos hábitos urbanos ineficientes e insustentáveis
do século passado.
É hora de mudar nossas cidades
para construirmos novas oportunidades.
Você pode pensar:
Por que tragédias há?
Porque caem aviões, enchentes
Mortes tantas há?
Afinal, criaturas são de Deus
Injustas são as coisas por aqui
Vamos pois culpar a Deus
Por que culpar a Ele?
Não seus esses planos seus
É mais fácil para nós
Acusá-lo e se esconder
Mas não posso me esquecer do que fez
Quando me deu a vida pra valer
Isso é o que vou pensar,
As lições que na tragédia há
Na atenção que o Senhor me dá
Eu quero pensar É! Eu vou pensar
Quando Cristo me cumprimentar
E o céu
ele me mostrar
Eu quero pensar
A velha terra já não tem valor
Para um endereço novo vou
A cidade do amor
Talvez aqui embaixo não consiga entender
Eu sou muito limitado pra grandeza compreender
Eu só sei: oque o olho nunca viu
E o ouvido nunca ouviu alguém dizer
É o que Ele preparou, eu vou pensar
As lições que nas tragédias há
Na atenção que o Senhor me dá
Eu quero pensar. É! Eu vou pensar
Quando Cristo me cumprimentar
E o céu Ele me mostrar, eu quero pensar
A velha terra já não tem valor
Pra um endereço novo vou:
A cidade do amor
A língua falada por um país corresponde ao cerne de sua identidade. Desde as primeiras conquistas, como os povos egípcios, gregos e romanos, era comum que as nações colonizadoras tratassem logo de impor seu idioma como forma de dominação. O mesmo valia para a religião, pois já se sabia que, quando tiramos de um povo seu idioma e sua religião, tiramos também um grande pedaço de sua alma.
COMO SURGIU A LÍNGUA PORTUGUESA?
A Língua Portuguesa é um idioma neolatino, ou seja, é derivada do latim. Sua história começa antes da Era Cristã, quando os romanos dominaram a Península Ibérica (que hoje são Portugal e Espanha) e impuseram seus padrões de vida e sua língua. As várias etnias que lá existiam acabaram por se misturar ao latim falado pelos soldados romanos: o linguajar do povo, que não possuía forma escrita, um latim vulgar - ao contrário do latim erudito, mais rígido. Por não estar preso à forma escrita, o latim vulgar era mais variado e por isto não foi difícil surgirem os novos dialetos, frutos das diferentes combinações em cada região. Além da dominação pelo Império Romano, a Península Ibérica também sofreu invasões de povos germânicos (os vândalos, suevos e visigodos), no século V da Era Cristã. Daí herdamos alguns vocábulos, a maioria ligada à área militar, tais como guerra, marechal, general. As invasões dos árabes no século VIII também contribuíram para a incorporação de novas palavras. Você sabia que geralmente as palavras começadas em 'al' têm origem árabe? São exemplos: alface, alfinete, álgebra, alfândega. Das que não começam em 'al': garrafa, quintal, xarope. As influências germânica e árabe não foram tão intensas quanto a dos romanos e por isto as raízes latinas foram as que continuaram sustentando a cultura da península. A região que hoje ocupa Portugal se destacou do restante da península no ano de 1143, quando foi declarada a independência da Nação Portuguesa, com o idioma galego-português. No sul, predominava o português, e, no norte, o galego. Esta parte foi anexada pelo povo castelhano alguns anos depois e, em 1290, o idioma português foi declarado oficial na Nação Portuguesa.
VARIAÇÕES DA LÍNGUA PORTUGUESA
A língua oficial do nosso país é a Língua Portuguesa, imposta pelos colonizadores portugueses quando chegaram à costa brasileira. Aqui já se falavam vários dialetos indígenas, porém a maioria foi extinta para dar lugar ao idioma português. Se você leu com atenção sobre o Dia do Índio, vai lembrar que, dos 1.300 dialetos falados pelas diversas tribos indígenas em 1500, só persistem hoje cerca de 180. Mesmo tendo adotado o idioma de seu colonizador, o Brasil possui modos de escrever e de falar que foram surgindo e caracterizando nosso povo com o passar do tempo. A Língua Portuguesa aqui é bem diferente da que encontramos em Portugal, além das variações que encontramos de região para região dentro do nosso país. Isso tudo porque um idioma não é algo estático, parado no tempo. Se fosse, ainda estaríamos falando como em Portugal no século XVI, como tempos "d'antes"... Reparou como o poema de Fernando Pessoa mostra esta transformação? Nossa língua muda de acordo com a época e com os costumes. Mesmo em curtos espaços de tempo - pense numa propaganda, por exemplo, e perceba como certos slogans acrescentaram novas palavras e expressões. E os neologismos? Até o ministro Rogério Magri, da época do governo Collor, ninguém usava o termo imexível (por saberem que tal palavra não existia ou porque não gostavam de inovar?). Muita coisa mudou e, acredite, cada um de nós contribuiu para que assim fosse! Viu como temos várias línguas em torno da Língua Portuguesa? Tem o português de Portugal, o português do Brasil e suas inúmeras variações regionais. E ainda o português das outras colônias portuguesas (mas isto é outra história...). Não é tão complicado, porque, no final das contas, todas estão sujeitas às regras e formalidades do idioma, representadas pela Gramática da Língua Portuguesa.
Musica Língua de Caetano Veloso
Gosto de sentir a minha língua roçar A língua de Luís de Camões Gosto de ser e de estar E quero me dedicar A criar confusões de prosódia E um profusão de paródias Que encurtem dores E furtem cores como camaleões Gosto do Pessoa na pessoa Da rosa no Rosa E sei que a poesia está para a prosa Assim como o amor está para a amizade E quem há de negar que esta lhe é superior E quem há de negar que esta lhe é superior E deixa os portugais morrerem à míngua Minha pátria é minha língua Fala Mangueira Fala! Flor do Lácio Sambódromo Lusamérica latim em pó O que quer o que pode Esta língua (3X)
Vamos atentar para a sintaxe paulista E o falso inglês relax dos surfistas Sejamos imperialistas Cadê? Sejamos imperialistas Vamos na velô da dicção choo de Carmem Miranda E que o Chico Buarque de Hollanda nos resgate E Xeque-mate, explique-nos Luanda Ouçamos com atenção os deles e os delas da TV Globo Sejamos o lobo do lobo do homem Sejamos o lobo do lobo do homem Adoro nomes Nomes em ã De coisa como rã e ímã... Nomes de nomes como Scarlet Moon Chevalier Glauco Mattoso e Arrigo Barnabé, Maria da Fé Arrigo Barnabé
Incrível É melhor fazer uma canção Está provado que só é possível filosofar em alemão Se você tem uma idéia incrível É melhor fazer uma canção Está provado que só é possível Filosofar em alemão Blitz quer dizer corisco Hollywood quer dizer Azevedo E o recôncavo, e o recôncavo, e o recôncavo Meu medo!
A língua é minha Pátria eu não tenho Pátria: tenho mátria Eu quero frátria
Poesia concreta e prosa caótica Ótica futura Samba-rap, chic-left com banana Será que ele está no Pão de Açúcar Tá craude brô, você e tu lhe amo Qué que'u faço, nego? Bote ligeiro arigatô,arigatô Nós canto falamos como quem inveja negros Que sofrem horrores no Gueto do Harlem Livros, discos, vídeos à mancheia E deixa que digam, que pensem,que falem
1 –Leiacomatenção,mascomatençãomesmo, o enunciado da proposta
de redação. Ali está indicado exatamente o que você deve fazer. Se ler mal o
enunciado, poderá errar. Um exemplo: no vestibular de 2002 foi proposto o
seguinte tema:Averdadeouamentira:
uma questãode conveniência?Tema muito fácil, mas alguns candidatos,
por leitura apressada e descuidada, entenderam assim:Averdadeoua
mentira: umaquestãodeconvivência?Ora, a troca de “conveniência” por
“convivência” conduziu o tema para outra direção, e os candidatos que assim o
fizeram não foram muito bem sucedidos. Caso típico de falta de atenção na
leitura. Mas isso também está em julgamento nos vestibulares: a capacidade de
ler com atenção e interpretar os enunciados das questões!
2 – Há instruções no enunciado da proposta de redação
que você já tem obrigação de saber antes da prova, pois estão no Manual do
Candidato. Então, não invente: escreva uma redação em prosa, dissertativa, e já
estará fazendo um ponto positivo. Não banque o camicase: não faça narrativa,
não faça poesia, não faça poema concreto, não faça diálogo, não faça história
em quadrinhos, pois isso simplesmente não é solicitado e uma redação nesses
gêneros será eliminada. Também não faça graça nem piada, achando que irão
premiá-lo pela criatividade. Não irão: se quer mostrar criatividade, mostre
dissertando; se não dissertar, tirará zero.
3 –Obedeça
aotemasolicitado.
As propostas de redação do ENEM são muito claras e explícitas quanto ao tema e,
por filosofia, sempre abordam temas da experiência imediata do estudante do
ensino fundamental. O ENEM não quer saber se o candidato conhece o tema, mas se,
conhecendo o tema, por ser previsível, o candidato é capaz de escrever uma boa
redação dissertativa a respeito. Por isso, a melhor atitude é fazer uma redação
simples, criada na hora, inteiramente focada no tema. A Banca de correção
perceberá que se trata de um texto natural e espontâneo. Isso vale muito. Nada
de tentar adaptar redações memorizadas: é um recurso pouco digno, que pode
diminuir drasticamente sua nota ou até fazê-lo tirar zero na redação. Nem tente
escrever como sua redação um texto de outra pessoa, publicado em livro, jornal
ou revista. Isso será plágio. Os membros da Banca de Correção lêem muito mais
que você e, com certeza, perceberão sua manobra.
Assista este video com excelentes dicas para realizar uma boa redaçao.